segunda-feira, 22 de abril de 2013

It's A Wonderful Rae

Pra uma boa fangirl, uma plataforma de blogging não basta. Muito menos uma, e somente uma, plataforma pra marcar como visto/lido/etc e descobrir possíveis novas obsessões. Não é a toa que eu tenho uns três tumblrs diferente, dois blogs e contas em basicamente tudo o que me permite organizar e/ou conhecer novas coisas. 

Eu, por exemplo, sou uma viciadinha em tumblr (porém não tão ativa nos últimos meses) e por meio dele acabei conhecendo a grande maioria das séries que eu assisto hoje. E é de uma dessas séries que vou falar nesse post. Pra quem assistiu, o título deu uma dica. Pra quem (ainda) não assistiu, aqui vai: WHY DON'T YOU WATCH MY MAD FAT DIARY ALREADY? 


É. Eu fazia o login diário no tumblr e tudo o que eu via era picspams e graphics e edits dessa série. Eu não entendia a moral e o porquê de todo mundo estar obsessivamente viciado nela (redundante, but who cares?). Eu não entendia até o dia em que decidi baixar a série (bem ilegal mesmo) e assistir tudo em um final de semana... Pera! Não se assuste. Ela não tem 22 episódios. Ou 13. Ela só tem 6. Mas seis episódios que valem por 22. Seis episódios cheios de amor:

A série é da E4 (a mesma de Skins) e conta a história de Rae, uma adolescente de 16 anos, revoltadinha e... levemente acima do peso, que acabou de sair de uma ala psiquiátrica. Na volta pra casa ela encontra Chloe, uma amiga de infância, e os seus novos amigos: The Gang. Daí pra frente é só o desenvolvimento da história de uma forma bem crua e, pra mim, ao seu modo, bem realista, o que já é característica da E4. Os dilemas do dia a dia, as relações de amor/ódio que todo mundo tem com alguém ou alguma amizade em específico... É a Rae tentando administrar a vida dela entre a Gang, sua mãe, sua vida psiquiátrica e é claro, sua própria mente. 

My Mad Fat Diary é super delicinha de assistir, a fotografia é muito bonitinha, todos os personagens tem qualidades e defeitos, então não tem aquela coisa de "esse é bonzinho" ou "esse é do mal", tem também esse efeito criativo de congelar o frame com um comentário ou pensamento da Rae, o que é muitcho divertido, e o melhor de tudo: a trilha sonora é de outro mundo. Sempre tive um relacionamento com a E4 e suas escolhas musicais porque elas sempre foram de extremo bom gosto e muito fora do comum, mas MMFD é uma das melhores. 

Mas eu ainda não falei da melhor parte. Eu ainda não falei do meu maior problema: o Finn. Quem é o Finn? É o guri mal humorado, observador, com impecável gosto musical (The Smiths, really?) da Gang. O rockeirinho problemático. Acho que no fundo acabei me apaixonando por um personagem de uma série e nem percebi?!


Sinceramente, se não você não quer assistir a série pela Rae, assista pelos outros personagens, porque vale tanto a pena quanto a personagem principal. 

Aqui tem a página deles no IMDB e aqui tem um tumblr (girlwithapumpkintattoo) que eu amo e que vive fazendo graphics/edits/gifs da série.



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