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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Então eu li Garotos Corvos

Depois de algumas semanas de enrolação, eu finalmente terminei minha leitura do primeiro livro d'A Saga dos Corvos (ou Raven Cycle, em inglês), Os Garotos Corvos da Maggie Stiefvater.

Vi muita gente lendo e comentando o livro, tanto aqui nos blogs, como no twitter, ou até mesmo no tumblr (as edições, graphics e fanarts são todas maravilhosas).

Com tanta gente falando a respeito de um novo YA (!!!), é claro que eu tive que ir atrás do livro pra ver das qual é que é. 

Comprei o livro em português porque a versão em inglês demorava pra chegar, isso ainda lá por meados de julho. Long story short, eu poderia ter comprado em inglês porque só fui começar a leitura no final do ano, na época das minhas provas  ̶̶̶̶̶  o que não ajudou muito e não fez com que a leitura engrenasse fácil.



De qualquer forma...

Sobre o que é o livro? (de uma sinopse descaradamente copiada da internet)
Todo ano, na véspera do Dia de São Marcos, Blue Sargent vai com sua mãe clarividente até uma igreja abandonada para ver os espíritos daqueles que vão morrer em breve. Blue nunca consegue vê-los - até este ano, quando um garoto emerge da escuridão e fala diretamente com ela. 
Seu nome é Gansey, e ela logo descobre que ele é um estudante rico da Academia Aglionby, a escola particular da cidade. Mas Blue se impôs uma regra: ficar longe dos garotos da Aglionby. Conhecidos como garotos corvos, eles só podem significar encrenca.
Gansey tem tudo - dinheiro, boa aparência, amigos leais -, mas deseja muito mais. Ele está em uma missão com outros três garotos corvos: Adam, o aluno pobre que se ressente de toda a riqueza ao seu redor; Ronan, a alma pertubada que varia da raiva ao desespero; e Noah, o observador taciturno, que percebe muitas coisas, mas fala pouco.

Vale a pena? 

Sim! Eu nunca havia lido nada da Maggie, e confesso que eu penei um pouco no começo da leitura. Acredito, de verdade, que uma culpa disso deve se dar à tradução do livro pra português. Às vezes precisei ler uma frase mais de uma vez pois não entendia direito a construção do negócio. 

Caso não seja a tradução, então é a escrita da moça mesmo. Achei tudo meio amarrado, e foi complicado aceitar o affair com o desenvolvimento do livro.

Mas, como era de se esperar, eventualmente eu acabei aceitando e dali pra frente foi só amores. O livro melhora da metade, ou até no 2/3, pro final. 

Quando cheguei nos últimos capítulos eu estava em uma pilha tão grande que quase urrei nas últimas páginas, porque, gente, chocadaney

Na sinceridade, eu mal posso esperar pra colocar minhas mãos nos outros livros da saga (porém pobre e aguardando uma promoção decente porque R$42,00/livro not today satan) e agora tô muito empolgada com a vibe dos boys e da Blue.

Obs.: Ronan Lynch amor da minha vida. 

LEIAM!!!1!!1 (ou me digam o que acharam porque cês provavelmente leram antes de mim)

sábado, 29 de agosto de 2015

A moça destruidora de cabelo azul

Ou: Welcome to the BADLANDS.

Assim, eu não entendo muito de música, nem de TV, nem de filme. Eu só entendo que curto ou não curto, por x e y motivos. Mas assim, quando eu curto uma coisa, eu curto mermo. Não paro de falar sobre, quero consumir tudo o que aquilo tem pra me proporcionar, e saio pregando a palavra pros migos até que eles enchem o saco e param de resistir ou me mandam catar coco

Então long story short: escutem Halsey. Agora. Abram o Spotify, o YouTube ou sei lá o lugar em que vocês escutam música e pesquisem Halsey. E escutem. Agora. De preferência o Spotify porque a moça lançou o primeiro álbum dela ontem e, gente, que destruidor.

you can sit on my face anytime you want
Aqui eu falei como eu conheci a mina, mas, repetindo, foi no Tumblr. Vi muito dos meus following rebloggando foto da moça, e eu lá, sem saber quem era, só achando muito bonita. Não levou muito pra eu descobrir que ela era uma cantora americana e num sábado qualquer eu decidi pesquisar as músicas. 

é real
Não lembro quando foi a última vez que fiquei tão viciada tão rápido em alguma banda/cantora/cantor novo, só sei que com Halsey foi um uphill maravilhoso. E ele ainda não parou.

Escutei as poucas músicas que ela já tinha lançado no repeat. Por semanas. Minha irmã acabou escutando junto por tabela, e curtindo. As músicas fazem parte de um EP lançado ano passado, o Room 93, e as antecipações de músicas que ela lançaria no álbum de estreia dela, o Badlands. 

A Halsey (um anagrama do nome original dela e uma rua de NYC) que na real é Ashley Nicolette Frangipane, tem 20 anos (!!!), tem dois irmãos mais novos, é biracial (pai afroamericano e mãe italiana-americana), e cresceu sempre meio metida com música. Ela ganhou mais visibilidade desde que começou a abrir os shows do Imagine Dragons e têm sido muito falada por terras estadunidenses.  Antes disso ela já era mais ou menos conhecida no YouTube e até uma música pro Harry Styles e pra Taylor Swift ela escreveu e cantou. Mas a gente não precisa falar disso porque essas são informações de fácil acesso, é jogar o nome dela no Google que elas aparecem com facilidade.

A gente só precisa falar sobre o BADLANDS (deluxe). Gente, o que falar sobre o Badlands? Talvez o meu segundo álbum favorito do ano, quase empatado com o Kintsugi. Um álbum assim, que não perdoa mesmo, sabe? Destrói tudo. E é TODO fechadinho. Tudo combina. A ~vibe~ que a Halsey construiu e colocou nele é muito boa, meio louca, meio confusa, meio badass e meio sexy também.

Que tal abrir ele no Spotify e vir comigo? Vamo?

actual fairy halsey
O álbum começa bem, com a música Castle toda trabalhada numa ideia mágica de they wanna make me their queen, ela abre a ~porteira~ pra experiência maravilhosa que é chegar na Badlands. Logo em seguida vem Hold Me Down, uma música que nem pede licença e já te dá um coice de badassery nas fuças. Eu não precisei de muito pra cantar ela inteirinha (ela é super cantável, gente), e chuto dizer que das músicas que vazaram antes do lançamento do álbum, essa seja a mais empolgante e consistente dentre elas. Lodo depois a Halsey não nos dá nem um tempinho pra tentar uma recuperação e já joga um survival of the richest / the city's ours until the fall / they're Monaco and Hampton's bound / but we don't feel like outsiders at all em New Americana e mostra que né, sabe e muito a que veio. A quarta música do álbum, Drive, é toda ambientadinha dentro do interior de um carro e cês não tem noção do quanto ficaram legais os ~barulhinhos~ dele na música, além disso a guria did it again quando canta que all we do is drive / all we do is think about the feelings that we hide / all we do is sit in the silence waiting for a sign, sick and full of pride / all we do is drive. Ambas músicas três e quatro foram lançadas antes do álbum vazar, mas com pouco tempo de antecedência.

Hurricane, outra música que vazou antes do CD e tá presente no EP do ano passado, é uma que de certeza todas as HBIC tem na playlist do celular, afinal, I'm a wanderess / I'm a one night stand / don't belong to no city / don't belong to no man / I'm the violence in the pouring rain / I'm a hurricane. Já Roman Holiday é a cota música fofa do CD, tem uma pegada meio ~vamos dar as mãos e correr na praia~ e agora tô a fim de correr na praia com essa música tocando ao fundo. Vai acontecer? Claro que não. Imagina a pieguices da cena. A #7 é a Ghost, que é o primeiro single do Badlands. O clipe oficial já tem mais de 4 milhões de visualizações e é puro amor. A música foi a primeira que eu escutei (a que deu ensejo ao print ali em cima) e, apesar de não ser minha favorita hoje em dia, ela é uma boa pedida pra conhecer o trabalho da moça. Agora Colors gente... O que falar de Colors? O QUE FALAR DE COLORS? Já na primeira escutada do álbum ela virou minha #fave. É extremamente viciante, e boa, e foda, e eu tô amando muito essa música. MUITO!!!!!!!!!!! Colors, Pt. 2 é uma pausa pra respirar, tomar um copo d'água, esvaziar a mente numas batidas meio chill. Na viagem que é esse álbum, essa seria a hora de parar no posto pra esticar as pernas. Depois vem Strange Love que parece uma resposta azeda pra gente que quer fazer a íntima (quem nunca passou por isso, né?), e é muito boa quando canta que they think I'm insane, they think my lover is strange / but I don't have to fucking tell them anything, anything / and I'm gonna write it all down, and I'm gonna sing it on stage / but I don't have to fucking tell you anything, anything. 


hair!!11!11111!! <3
A décima primeira música do álbum é a Coming Down, essa na viagem pelo Badlands é o momento em que a gente dá uma desacelerada no carro. Na primeira vez que ouvi ela me pareceu a mais destoante do estilo do CD, mas foi só na primeira vez também; na segunda eu já estava adorando e a achando muito necessária. Aí vem Haunting pra nos deixar com um refrãozinho muito do bem construído, cheio das batidas, na mente. O início é uma coisa meio psicodélica e, por óbvio, é d+. Gasoline tem o melhor começo de música do álbum, ele me lembrou um pouco a cultura asiática, e filmes feito Lost in Translation. Mas as comparações param aí, porque é a cantoria começar que a coisa explode. Mas é na música seguinte, Control, que na minha humildji opinião, a gente tem o vocal mais poderoso dela no álbum inteiro, ela faz isso cantando sobre ser bigger than my body / I'm colder than my home / I'm meaner than my demons / I'm bigger than these bones. 

É na finaleira do álbum que temos menina Halsey fazendo a Mc Mayara com sua pepeca de ouro quando diz que if you wanna go to heaven you should fuck me tonight em Young God, que tem a participação de alguma voz de fundo masculina. A penúltima música do deluxe dá uma sensação de closure ENORME pro álbum. Se na primeira canção ela cantou sobre ser transformada em uma rainha, aqui ela pergunta se a gente se sente feito um jovem deus (hehe), e ainda ainda conta com um jogo de remixes (ou sei lá o que) muito bom na partezinha que canta que we'll be running, running, running, again.

Pra fechar a versão deluxe do álbum com chave de ouro, a Halsey faz um cover da conhecidíssima música do Johnny Cash, I Walk the Line. Eu não usava a expressão earporn há anos mas é a que mais fielmente se encaixa na hora de classificar essa versão da música. Escutem ela, ela é ótima e muitcho sexy, gente!!!

THE CUTEST!!!!!!!! e pls me bja por favor poxa nunca te pedi nada
No geral, o álbum é bem denso e marcante. A voz da moça destruidora de cabelo azul é poderosa e conquista fácil. O estilo de música é uma mistura das coisas que dão certo de outras cantoras de indie pop, e ainda assim é super original.

Eu aposto todas as minhas fichas que a Halsey vai ser um estouro mundial e que não vai dar muito pra gente estar escutando ela tocando em rádios e festinhas daqui do Brasil.

Tô fazendo desde já reza brava pra que ela venha pro Lolla, e também fico ensaiando cantadas que daria nela caso um dia pudesse falar com a guria. Eu sou ridícula assim mesmo.

Nota: ★★★★★

BEDA (blog everyday in august) #29

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Precisamos falar sobre Mr. Robot

Quando eu vejo três ou quatro pessoas, em plataformas diferentes, comentando sobre uma mesma coisa eu já considero aquilo meio hype. 

Eu vi três ou quatro pessoas, entre o twitter e o Tumblr, comentando sobre Mr. Robot e pensei: "hmmmm, o que é isso?". Não foi preciso mais de 37 segundos, entre o IMDb e o Banco de Séries, pra eu descobrir sobre o que era Mr. Robot, e também não foi preciso muitos segundinhos pra eu pensar que "ei, uma a mais não dá nada, né?". 

Só que dava, porque quando eu baixei o pilot eu vi que ele tinha mais de uma hora e eu me remoí porque QUEM FAZ ISSO? Fico muito abalada com esses episódios com mais de uma hora porque às vezes eu só quero ver um episódiozinho, e o negócio tem mais de uma hora. Penso que isso é no mínimo ultrajante e essa, entre outras, é uma das razões porque nem comecei a segunda temporada de Twin Peaks ainda. 

Mas eu fui lá e assisti o pilot e quando terminei eu pensei: gente???????????????? Porque ele é muito bom. Sério.


A série gira em torno de Elliot, um programador e hacker, que sofre com ansiedade social (social anxiety disorder), e é recrutado por um ~misterioso~ Mr. Robot pra um plano meio utópico anarquista de destruir a companhia mais famosa do mundo, que controla quase todo o mundo. 

Mr. Robot tá só no sétimo episódio (vai ao ar hoje, hehe) e tem mantido um ótimo ritmo. A série tá com média 9,2/10 no IMDb e um dos grandes atrativos, pra mim, é a facilidade de se conectar com o personagem principal. Acho que o grande pecado dos seriados é faltar com alguém com quem se conectar, se importar. Se eu não simpatizo com alguém logo nos primeiros episódios, é difícil que eu continue assistindo a série em questão. 

De qualquer forma, o Elliot tá longe de ser um mocinho, e até chuto dizer que ele é um anti-herói bem construído, mas que se conecta com o telespectador de uma forma que beira o ideal — sabe o estilo Frank Underwood conversando com a câmera? Então. Por ele conversar com nós da forma que ele conversa com ele mesmo, a gente acaba se importando. E vê o quanto existe um abismo entre ele na mente dele, e o que ele consegue transmitir pras pessoas. 

Mr. Robot tá na sua primeira temporada, que vai ter um total de dez episódios, e já foi renovada pra uma segunda temporada. É do canal USA (o mesmo de Suits) e é demais. Assistam.

BEDA (blog everyday in august) #5

sábado, 6 de dezembro de 2014

Recomendo: Carmilla

Juntei toda a força que eu podia pra levantar do sofá ontem no comecinho da noite. Estava tentando digerir que estou quase chegando em período de férias. Férias, aquele período maravilhoso onde a gente pode fazer quase tudo o que queremos, mas raramente o fazemos. Se tudo der certo, tenho só mais um dia de aula. Se nada der certo, tenho dois. 

Independente de ter que passar um ou dois dias de um futuro próximo na universidade, sentei na frente do PC ontem, com um pêssego e uma maçã e dei play na web series Carmilla. 


A única coisa que eu sabia sobre a web series é que ela tinha: 1) dominado o tumblr 2) tinha como lead characters duas garotas (uma delas eu até já estava seguindo no twitter porque sim) 3) era gravado num quarto pequeno.

Até aí tudo bem. Exceto que eu não sou de ficar assistindo vídeos. Devo ter uma watchlist de uns 30 vídeos que me enviaram ao longo do tempo e eu prometi pra mim mesma que "ia assistir depois". Claro que não cumpri.

Quando terminei o 36º episódio da web série hoje, fiquei feliz por mim. Tanto porque consegui assistir vídeos, como por assistir essa coisa divertida e maravilhosa.

A série é inspirada em uma obra de mesmo nome de 1872, escrita pelo irlandês Joseph Sheridan Le Fanu. É uma obra gótica vampiresca que caiu nas graças do público ainda antes da famosa obra do Bram Stoker.

E gente: ela é tão boa (a série, digo. Nem cheguei perto da obra literária).

(créditos)
Todos os episódios têm no máximo 5min, então é mega hiper rápido de assistir.

Eles estão disponibilizados no canal do Vervegirl Tv, e por mais que o hype de vampiros já tenha passado pra maioria das pessoas, a série tem muito mais a oferecer que isso.

Sérião. Assistam. ♥ 

terça-feira, 4 de novembro de 2014

You're the Worst

Esses dias passeando por blogs sobre seriados, me deparei com esse post do Legendado falando sobre You're The Worst. Nunca nem tinha ouvido falar da série, e milagrosamente não tinha visto nada sobre ela no Tumblr (na época).

Decidi baixar o pilot pra ver se era tudo isso, e gente: é.

Pra ler ouvindo. 

A série tá na primeira temporada, tem só dez episódios, mas já foi renovada pra uma segunda.

Se vocês curtem comédia melosa, "bonitinha", eu indicaria que vocês fossem assistir A to Z, mas aparentemente felicidade de pobre dura pouco porque a NBC já foi rapidinha em cancelar uma das estreias mais fofas da fall season. De qualquer forma, se vocês querem uma comédia não-melosa, ácida, porém ainda assim lindinha, aí sim eu indicaria You're The Worst.

A série gira em torno da Gretchen e do Jimmy, dois personagens auto-sabotadores e destrutivos que acabam se esbarrando depois de um casamento e tendo uma noite ~daquelas~.

Nenhum dos dois do relationships, então já dá pra tirar uma temperatura de por onde a série segue caminho, né? Como diz o criador da série, "this was not a show that waited three seasons to see if they will or they won't. They did in three minutes". O que tá feito, tá feito. E é a partir daí que a série vai crescendo.

Além dos dois "principais", a gente conta com a presença nada sútil do Edgar e da Lindsay. Ele, amigo do Jimmy. Ela, da Gretchen. Os dois servem de apoio e os quatro juntos carregam a série de maneira divertidíssima.

(créditos)

E ainda mais: todos os personagens são multifacetados. Eles erram, acertam, falam merda, dão risada, choram. Não fica naquilo de personagem bom-personagem mau, porque vai bem mais além do que isso. E como diz o criador, Stephen Falk: a character doesn’t have to be good to be interesting, is something that they [the creators] too often forget. E se vocês tão acostumados com isso, vai ser ótimo assistir uma série onde facilmente você se identifica nos personagens, porque nenhum deles é idealizado. 

Pra mim, uma das descobertas do ano. Confiem na titia Ana e: ASSISTAM. Sério.

Obs.: Entrevista do criador da série. Vale a pena. 

terça-feira, 15 de julho de 2014

Top 5 Sites pra Seriadores (que você provavelmente já conhecia)

Tô preparando uma outra série de posts que provavelmente ficarão grandes e por esse motivo não larguei nenhum deles ~por aí~ ainda.

Pra não deixar o blog morto mortinho em tempos de férias acadêmicas, decidi fazer um top 5 links óbvios super óbvios mas que estão nos meus favoritos há muito tempo e são praticamente os que mais uso.

Eu que não entendo nada de web design poderia fazer um site melhor. O site é péssimo mesmo, gente. Mas é um dos melhores no quesito HQs pictures de alguns seriados. Sério. Tem coisa de Game of Thrones que encontrei aí que não encontrava em lugar algum. Esse é mais pr'aquelas pessoas que curtem fazer ediçãozinha pra Tumblr (bons tempos...). Não tem tudo. Na real, são poucas as séries. Mas o que tu encontra é tudo A+.

Pros impacientes feito eu, o Addic7ed é o melhor lugar pra encontra legenda de série. Uso também o Legendas.TV, mas com beeeem menos frequência do que uso o Addict7ed basicamente porque nesse último tu encontra mais rápido as legendas, mesmo que sejam as mais informais/corridas/em inglês.


Pra mim um dos melhores, senão o melhor site de série que tem. Tudo em torrent, tudo legendado. Tudo lindo. A maioria dos links são em HDTV, então as qualidades não são láááááá essas coisas, mas dá pra assistir.

Tirando quem mora enfiado embaixo de uma pedra, todo mundo já deve ter ouvido falar do Piratebay. Tu encontra de tudo aí. Tem que tomar um pouco de cuidado e baixar sempre de links mais "confiáveis", e de preferência os com mais seeders. Baixo uma quantidade esmagadora das coisas por aí, principalmente quando quero algo mais "web.dl" que poucas vezes são linkados nos sites de download legais (huehue). 
O Kickass Torrent tem basicamente a mesma função, mas mais ~seleto~. Tu não vai encontrar 118 links da mesma coisa.

Há quem deteste, mas eu já tentei migrar pra outras plataformas/redes de "seriadores" e não tive sucesso algum. De uns tempos pra cá, melhorou bastante e o site não "cai" como caía uma vez. Meu favoritinho que uso pra marcar/me organizar com meus seriados. PS.: a única coisa que eu quero é poder escolher minha foto de fundo, poxa!

terça-feira, 25 de março de 2014

Shiiiiet - A True Detective Resume

Se você ainda não ouviu falar em True Detective, me diz exatamente em que planeta você anda vivendo?! Isso mesmo, porque a série que virou hype nos EUA, e é estrelada (ou foi?) pelo Woody Harrelson e Matthew McConaughey (SEM GOOGLEAR!) mereceu todo o frisson que causou e caiu na boca do povo com mais facilidade que mono em festa rave (brincadeira).

A série é dividida em flashbacks e flashforwards entre 1995 e 2012 e nos apresenta a vida bagunçada e interessante dos detetives Rush Cohle e Marty Hart, que, depois de um assassinato misterioso, tentam conectar os pontos atrás do responsável pelo crime (ou seriam crimes?).

O seriado é tão bem feito, bem atuado e com uma breathtaking fotografia e trilha sonora que, com apenas oito episódios, foi parar em 5º lugar no ranking do IMDB.

(fanart por albinoalli)

Não vou mentir pra vocês: a série é lenta. Eu dei umas piscadas legais nos primeiros episódios, mas como ela é uma daquelas séries-que-são-na-realidade-filmes-divididos-em-vários-capítulos, ela vai crescendo. 

Em todo episódio vai ter um cliffhanger nada modesto pro episódio seguinte. Os episódios finais é bizarrice atrás de bizarrice. 

E como toda boa série da HBO, tem uma dose nada pequena de sexo, bebedeira e rock n' roll (but not really). 

Sem contar que ela quis polemizar: igreja, traição, pedofilia, incesto, prostituição, assassinatos, drama familair... Ai ai, só uma grande teia no plot do seriado.


Eu não sei como será a segunda temporada. Já se sabe que o McConaughey (que ganhou ainda mais o meu respeito) não vai voltar pra ela. Há boatos que cada temporada vai ter uma história diferente, no mesmo formato, e que as chances de todo o cast mudar são grandes. 

De qualquer forma, só sei que eu serei uma das que estarei acompanhando a segunda temporada, no matter what.

Se vocês ainda não assistiram a série, não percam tempo e comecem a assistir logo. E se quiserem, compartilhem comigo o que vocês acharam dessa produção da HBO. 

Pra finalizar, deixo aqui pra vocês um paródia felina super legal da abertura da série (e eu nem sou uma cat person!):


domingo, 26 de janeiro de 2014

Men of Mayhem

Gente, acabei de assistir (mentira, acabei terça e terminei só hoje esse post) a season finale da sexta temporada de Sons of Anarchy e não pude fazer qualquer coisa além de abrir essa página e começar a rasgar seda pra essa série.

Depois de Breaking Bad fiquei meio órfã de uma série fodelhona (com o perdão da palavra)... Aí tentei começar SoA, brinquei no limbo de quero/não-quero até o S1E07. Larguei de lado e só voltei a assistir no começo desse mês. Assisti tudo correndo. A segunda temporada? Em um dia. E agora aqui estou precisando, de novo, de outra série pra assistir.

Li em algum lugar que listas deixam os posts interessantes, então vou tentar listar os principais motivos do porquê Filhos da Anarquia (leia em voz de locutor) é tudo isso que falam (SEM SPOILER):

PERSONAGENS
O óbvio, é claro. Uma das principais razões do seriado ser tudo isso, são os personagens. Todos (todos mesmo) são bem escritos. E um diferencial: são muitos. Sério, gente, são muitos personagens. E isso nos deixa realmente catatônicos porque eu nunca vi um criador saber lidar tão bem com a construção/evolução de tantos personagens ao mesmo tempo. É uma lista sem fim: Jax, Clay (eu odeio ele, mas tudo bem), Gemma (I hate to love her), Tara, Chibs, Bobby, Tiggy (♥), Juicy, Opie, Wayne, Chucky, Lyla... Não tem nada de "esse é bonzinho" e "esse é ruinzinho". Eles vivem dilemas morais o tempo todo. Uns pendem mais pra um lado mas tentam se redimir em outro, e esse dilema/confusão interior é um prato cheio na mão do criador da série, Kurt Sutter (que também é um personagem na série (!!!) e um personagem super foda (!!!), diga-se de passagem).

BRIGA! BRIGA!
Eu não sou uma pessoa violenta. Mas adoro ver gente se estapeando, socando, trocando tiros, explodindo miolos e esfaqueando tripas na TV. Especialmente aquelas brigas que não fazem sentido algum ou aquelas que fazem muito sentido. Pra quem curte sangue, arma e violência, SoA é uma boa pedida também.

MOTORCYCLE CLUB
Entendo nada de motocicletas. Mas a gente finge que entende tudo de motoqueiros desde a primeira vez que vê o Jax na Harley dele. Além do mais, o clube (o coração da série), quando não tá enfiado em confusão, é super divertido. Só festas, rock n' roll e cerveja. E, ainda mais: eles tem o juramento de casamento mais divertido da TV. "With this ring, I vow my love. I promise always to cherish and protect you and treat you as good as my leather, and ride you as much as my Harley." Legal, né?

SOUNDTRACK
Já falei que tem bastante rock n' roll, e pra quem curte o estilo, a série é super indicada. E é sério, a soundtrack é muito, muito, muito bem escolhida. Eles tem umas versões super diferentes e lindas de músicas conhecidas (tipo essa aqui), ou versões que eu paguei muito pau porque eles se basearam em clássicos e colocaram na situação de Charming (tipo essa!!!), além de terem versões cantadas por atores da série. Provavelmente foi o seriado que eu mais curti a ost. De verdade.

Pra não rasgar mais seda, puxar mais o saco, lamber coturnos ou ser maria gasolina de motoqueiros da TV, só vai lá e seja querido(a) e baixe SoA e aproveite a vida com séries boas. Vocês não vão se arrepender.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

The Clone Club

Perdoem-me, público não existente, pela falta de posts nesse blog. Ando numa preguiça de tudo e tô tentando viver um pouco (risos). Mas depois de assistir essa série perfeita, tive que dar uma pausa na vida pra vir falar pra vocês sobre o quanto vocês perdem em não assistir Orphan Black.


Do tipo esnobe, fui lá e baixei tudo em 1080p.WEB-DL, talvez até pra procrastinar um pouco considerando que ia ter que converter tudo em .avi pra poder assistir na TV. E isso, como vocês devem saber, demorou mesmo um tempinho considerável e eu fiquei naquela de quero assistir porém procrastinar feels so damn good; é que gente passiva agressiva é assim mesmo (brincadeira).

De qualquer forma baixei, converti, procurei legenda certinha pro release, algumas até em inglês já que a em português não dava certo, coloquei no pen drive e fui. E fui sem saber o que esperar. Tudo no tumblr era picspam de Orphan Black e o povo babando pela atuação da Tatiana Maslany e eu, always late to the party, não fazendo a mínima ideia sobre o que realmente era a série. Mas os picspams eram muito bonitos e bem editados e sempre pago pau pra fandom que se dedica tanto a algo porque geralmente esse algo (ex.: série) é algo bom (ex.: fandom de Hannibal, Breaking Bad, My Mad Fat Diary, Game of Thrones...). Sendo assim, assisti o pilot sem nem saber do que se tratava. E não precisou de cinco minutos pra eu saber que aquilo ali seria algo grande.

A série é uma produção original da BBC America e estreou dia 30 de Março desse ano. A história gira em torno de Sarah Manning (Tatiana Maslany), uma órfã inglesa que vê sua vida virar de cabeça pra baixo quando em uma estação de trem ela encontra Beth Childs, uma detetive que se parece (é igual) a ela, cometendo suicídio. Ela decide então se passar por Beth por um tempo só pra saquear suas contas bancárias e fugir com sua filha, Kira. Isso, porém, se complica a medida que Sarah entra a fundo da vida de Beth, o que a leva a descobrir a realidade sobre a sua própria origem.

O resto é o de menos. São só clones, cientistas loucos mexendo com o futuro e o presente, vidas inteiras monitoradas por pessoas aparentemente normais, detetives se envolvendo aos poucos com assassinatos relacionados a essa realidade, fanáticos religiosos treinados pra matar... Como eu disse, o de menos. E o Felix, é claro. O Felix é o melhor. ♥

E só por esse "de menos" vocês deveriam considerar começar a série, mas deixa eu só complementar uma coisinha pequeninha aqui, sendo humilde: a atuação de outro mundo da Tatiana Maslany. Eu me surpreendi demais. Nunca havia ouvido falar da atriz, duvido muito que sequer tenha assistido ela em alguma coisa, apesar de seu currículo no IMDB não ser pequeno, mas fico feliz por tê-la conhecido. Só de personagens que nós vimos ela interpretando, foram sete: Cosima, Rachel, Sarah, Alison, Katja, Beth e Helena. Sabemos que as perucas e maquiagens ajudam, mas o mérito tem que ser dado todo a sua interpretação, tu não via traço algum de uma na outra, exceto quando era a clone se passando por outra clone (outra coisa que quando tu assiste tu fica ainda mais surpreso). 

Então eu, como toda boa fangirl, jurava e gostaria muito, muito, muito, MUITO, que a Tatiana Maslany e Orphan Black fossem indicados ao Emmy. Mas é claro que isso não aconteceu e agora eu estou espumando de raiva porque I can't take this shit called Emmy anymore (hehehehe brimks, I can take it because of Breaking fucking Bad).

Sendo assim, pra finalizar, admito que demorei um pouquinho pra terminar (a série), é verdade, uma semana mais ou menos, simplesmente porque sou preguiçosa. Poderia ter assistido tudo num dia sem nem brincar, mas isso não aconteceu dessa vez. Mas se vocês estão sem nada pra fazer e sem saber o que assistir, especialmente nesses tempos difíceis de hiatus, procurem Orphan Black. Vocês não vão se arrepender. É sério. :3 Insistam que a série cresce a cada episódio, eu juro.

Fica aqui um trailer pra vocês matarem um pouco a curiosidade (mesmo achando que esses trailers não fazem jus ao nível do seriado).

sexta-feira, 10 de maio de 2013

This Is My Design

Primeiramente, quero pedir desculpas pelo buraco enorme que ficou entre um post e outro, mas meus estudos e a vida~ engoliram minha vontade de fazer qualquer coisa nesses últimos dias. Mas aqui estou de volta, com um post quase quentinho sobre uma série que se vocês não assistem ainda, deveriam começar a assistir ainda ontem. E a série é... *tambores* Hannibal.


Sim, é sobre o Hannibal que vocês estão pensando. Não, eu não vi os filmes, nem li o livro, então não sei dizer se a série está a altura deles, mas posso afirmar que mesmo sem um parâmetro pra comparar, a série, por si só, já se garante o suficiente.

A série se passa antes do Hannibal ir preso (que ele já está preso no filme, né?). E o nome tá quase que só emprestado, pra chamar atenção, porque o personagem principal é o Will Graham, interpretado pelo fofolindo do Hugh Grant Dancy, todo louco, que empresta seus talentos pro FBI. O Lecter mesmo é o médico do Will, e é interpretado pelo Mads Mikkelsen, super gato com cara de maluco.

Confesso que não entendo nada do que acontece em 90%. Juro. Fico super perdida nuns diálogos e nos acontecimentos e ainda não entendi muita coisa. Mas independente disso, já sei que tô amando.

Se queres assistir bizarrice inteligente e cenas surpreendentes (a rima foi sem querer, sério), tá perdendo e muito em não começar essa série. Principalmente depois de ver aqueles pratos aparentemente deliciosos que o Dr. Lecter vive preparando...

O seriado é produzido pela NBC, que eu não posso falar muita coisa porque só assisti uma das outras séries do canal, que é a mesma que produz Community, Chicago Fire, Grimm, Parks & Recreation e mais algumas que vocês devem conhecer. Não sei se o canal é conceituado, mas carrega uns grandes TV Shows nas costas.

Pra finalizar, aqui vai uma ilustração muito divertida (pra quem for entender) da relação entre o Will e o Hannibal.


segunda-feira, 22 de abril de 2013

It's A Wonderful Rae

Pra uma boa fangirl, uma plataforma de blogging não basta. Muito menos uma, e somente uma, plataforma pra marcar como visto/lido/etc e descobrir possíveis novas obsessões. Não é a toa que eu tenho uns três tumblrs diferente, dois blogs e contas em basicamente tudo o que me permite organizar e/ou conhecer novas coisas. 

Eu, por exemplo, sou uma viciadinha em tumblr (porém não tão ativa nos últimos meses) e por meio dele acabei conhecendo a grande maioria das séries que eu assisto hoje. E é de uma dessas séries que vou falar nesse post. Pra quem assistiu, o título deu uma dica. Pra quem (ainda) não assistiu, aqui vai: WHY DON'T YOU WATCH MY MAD FAT DIARY ALREADY? 


É. Eu fazia o login diário no tumblr e tudo o que eu via era picspams e graphics e edits dessa série. Eu não entendia a moral e o porquê de todo mundo estar obsessivamente viciado nela (redundante, but who cares?). Eu não entendia até o dia em que decidi baixar a série (bem ilegal mesmo) e assistir tudo em um final de semana... Pera! Não se assuste. Ela não tem 22 episódios. Ou 13. Ela só tem 6. Mas seis episódios que valem por 22. Seis episódios cheios de amor:

A série é da E4 (a mesma de Skins) e conta a história de Rae, uma adolescente de 16 anos, revoltadinha e... levemente acima do peso, que acabou de sair de uma ala psiquiátrica. Na volta pra casa ela encontra Chloe, uma amiga de infância, e os seus novos amigos: The Gang. Daí pra frente é só o desenvolvimento da história de uma forma bem crua e, pra mim, ao seu modo, bem realista, o que já é característica da E4. Os dilemas do dia a dia, as relações de amor/ódio que todo mundo tem com alguém ou alguma amizade em específico... É a Rae tentando administrar a vida dela entre a Gang, sua mãe, sua vida psiquiátrica e é claro, sua própria mente. 

My Mad Fat Diary é super delicinha de assistir, a fotografia é muito bonitinha, todos os personagens tem qualidades e defeitos, então não tem aquela coisa de "esse é bonzinho" ou "esse é do mal", tem também esse efeito criativo de congelar o frame com um comentário ou pensamento da Rae, o que é muitcho divertido, e o melhor de tudo: a trilha sonora é de outro mundo. Sempre tive um relacionamento com a E4 e suas escolhas musicais porque elas sempre foram de extremo bom gosto e muito fora do comum, mas MMFD é uma das melhores. 

Mas eu ainda não falei da melhor parte. Eu ainda não falei do meu maior problema: o Finn. Quem é o Finn? É o guri mal humorado, observador, com impecável gosto musical (The Smiths, really?) da Gang. O rockeirinho problemático. Acho que no fundo acabei me apaixonando por um personagem de uma série e nem percebi?!


Sinceramente, se não você não quer assistir a série pela Rae, assista pelos outros personagens, porque vale tanto a pena quanto a personagem principal. 

Aqui tem a página deles no IMDB e aqui tem um tumblr (girlwithapumpkintattoo) que eu amo e que vive fazendo graphics/edits/gifs da série.



© AAAAAA
Maira Gall