sexta-feira, 28 de junho de 2013

TOP 5: Best male characters

Ando numa preguiça da vida que abri esse post sem nem saber o que escrever. Ando com preguiça de ler, de assistir tv, de comer, de estudar. Basicamente, sinto preguiça de tudo. Até de pensar no que assistir eu sinto preguiça... Mas como a grande maioria das minhas séries estão em hiatus fui obrigada a começar alguma outra. Escolhi One Tree Hill porque há alguns anos eu assisti uma parte da primeira temporada e não continuei. Esqueci e perdi a vontade e nunca mais voltei atrás. Então fui lá e baixei até a sexta temporada completa, e tô agora quase na metade da segunda temporada... Mas tô indo com calma. Estou gostando mas não viciei a ponto de me obrigar a assistir tudo correndo (da forma que eu fiz com Breaking Bad, por exemplo). E foi por ir com calma que decidi organizar os pensamentos e tentar fazer uma lista dos TOP 5 Melhores Personagens da TV (das séries que eu assisto). Não é uma lista dos meus favoritos, dos mais românticos ou bonitos. É uma lista dos que, pra mim, são os melhores (independente ou não de serem "bad" ou "good" guys).

1. WALTER WHITE/HEISENBERG (Breaking Bad)
Seria um desacato com Vince Gilligan não reservar um espaço nessa lista pra um dos melhores — pra mim, o melhor — personagens da televisão. Walter White, professorzinho de química que descobre que tem câncer e começa a produzir drogas pra ajudar a sua família — quanta doçura. O personagem que a gente pode ver crescer e mudar durante essas quase inteiras cinco temporadas de Breaking Bad.
Se eu pudesse taggear ele, taggearia com #evil genius, porque não há melhor tag pra descrever o personagem. Tu não dá nada pra ele. Tu vê ele perdendo aquilo que ele se dispôs a proteger. Tu olha pra ele e acha que ele é um meia idade qualquer, que não faria mal a ninguém, que é queridinho e lerdinho e que jamais estaria envolvido com boa parte do tráfico e produção de drogas de um estado -- que já está alcançando níveis mundiais. 
E eu nem me atrevo a falar da atuação impecável do Bryan Cranston, porque isso seria uma injustiça com os outros. É por essas e outras que Walter White fica em primeiríssimo lugar, com suas mudanças e tudo. Walter White. The Danger. Heisenberg. The One Who Knocks. W. W.

2. JESSE PINKMAN (Breaking Bad)
Não tem como deixar o Jesse fora dessa lista. O Jesse já não era nenhum santo quando a série começou, mas ao ser constantemente manipulado e ao passar por diversas (péssimas) situações, a gente, também, assim como o Walter, podemos ver ele crescer e ir se tornando um personagem cada vez mais... Dark.
Sou super suspeita pra falar porque meu coração quase morre quando ele olha pra "gente" com aqueles puppy eyes que só ele sabe fazer. Meu coração quase morre quando ele começa a ter um colapso e chorar. Meu coração quase morre porque eu quero pegar ele e dizer que vai ficar tudo bem, mesmo que não vá.
A gente viu tudo o que o Jesse gostava se esvair na frente dele. Algumas vezes a culpa era única e exclusiva dele mesmo, mas é impossível negar que a maior parcela de culpa se dividia por tudo aquilo que acontecia ao redor dele, por tudo aquilo e por todas as pessoas, diga-se de passagem.
Minha maior preocupação agora é entender como que vou viver depois dos últimos oito episódios que restam dessa série de outro mundo sem poder ver o fofolimd do Aaron Paul na minha TV.

3. SHERLOCK HOLMES (BBC Sherlock)
Haters gonna hate, mas o Sherlock do Benedict é um dos meus favoritos (senão o favorito). É o Sherlock socially awkward, incrivelmente fora de série, anti-social, e com o John mais John de todos os tempos. O personagem é escrito de forma impecável, e a atuação do Benedict dá um ar especial e diferente pra esse Sherlock Holmes. Ele te faz rir, mas com situações inteligentes. É difícil de acompanhar o pensamento do Holmes quando ele é posto em ação. A série é de super bom gosto e eu indico pra todos, mesmo que suas  (curtas) temporadas aconteçam uma vez a cada morte de bezerra. 

4. HARVEY SPECTER (Suits)
Gabriel Macht. Pronto. É essa a descrição do personagem. E é só essa a descrição porque o Macht "is this, and I like this" *mãozinha*. Harvey Specter, o odiado e brilhante e gato e sexy e inteligente advogado da Pearson Hardman. É impossível odiá-lo, mas é mais difícil ainda amá-lo. Ele é na dele, é o que "não se apega". É o racional. O que não se contenta com pouco. Sei que no fundo ele é sensível e se importa sim. Mas ver ele fingir que não, é a melhor coisa que tem. Ver ele tocando o terror e fazendo piada, também. E jfc, season three my body is fucking ready. Então só vem.

5. HANNIBAL LECTER (NBC Hannibal)
Na real, pensei muito em quem colocar no quinto lugar. Decidi pelo Hannibal depois de assistir a season finale da primeira temporada de Hannibal essa semana. Eu sou suspeita pra falar porque eu não tenho parâmetro pra comparar. Nunca assisti Silence of the Lambs, nunca li os livros também. Não tenho a mínima noção se o Mads Mikkelsen está a altura do personagem interpretado e feito épico pelo Antony Hopkins, mas que ele tá demais, ele tá. O show é todo louco perturbado e por isso só é um show pra amar. Mas o Mads tá fora de série. Cada vez que ele aparece com um prato novo, eu piro. Cada vez que ele manipula alguém, eu piro. Cada vez que ele faz aquelas caretas super sexy e dignas de piada (vide x e x), eu piro. 
Ele é foda e real é que não há mais muito o que colocar: basta vocês assistirem a série pra conferirem isso com os próprios olhos. 


PS.: esse post deve ter ficado non-sense porque comecei a escrever ele duas semanas atrás. Risos. Perdão.
PS².: não ando mais com preguiça de comer. Inclusive, só faço isso.
PS³.: quando eu terminar OTH, eu faço um post sobre a série, I promise.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Spring Season

Desculpem-me pela falta de posts, estou há uma semana escrevendo um mas com pouco sucesso porque acabo desviando a atenção pra única série que estou acompanhando no momento: as manifestações por todo o Brasil.

Voltaremos a seguir com a programação normal (sério, gente, até Domingo eu juro que posto algo decente e fandom-related) em breve.

Obrigada.

(créditos G1)

quarta-feira, 12 de junho de 2013

MIXTAPE: #1 - Lover I Don't Have

Acho que uma das coisas mais legais que se tem pra fazer e ganhar é uma fanmix/mixtape. Pelo menos, é pra mim. Só de pensar no trabalho que dá pra escolher um número exato de músicas pra pessoa amada já vale o bastante pra considerar que, bem... ela se importa contigo.

Nesse dia dos namorados decidi fazer uma fanmix (genérica) pro namorado que não tenho: pros Mr. Darcys, Finns e Nick Millers não existentes da vida real (ou existentes que eu não conheço ou sou muito cega pra reconhecer). <3

PS.: desculpem-me pela capa furreca, mas foi o que deu (não deu, obviamente) pra fazer porque o dia vai e é corrido. 

terça-feira, 11 de junho de 2013

Ugh, feminism ♥

 

Me deparei com essa ilustração (demais!) pelo tumblr e simplesmente amei. Fui checar a source pra colocar os créditos pra vocês, e me surpreendi mais uma vez. A ilustra foi feita pela Kate Leth, que eu não tenho nem ideia se é o nome verdadeiro, que é uma ilustradora de comics, aparentemente. Ela tem um humor muito delicinha de acompanhar, e nesse exato momento tô stalkeando o site dela e me divertindo muito. Decidi compartilhar com vocês porque vale muito a pena (e porque feminism is cool). ♥

PS.: um post pequeno porque todos os outros são gigantes, hihi. (✿◠‿◠)

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Red Wedding

Não sei o que eu tinha na cabeça (provavelmente nada) quando decidi começar Game of Thrones e As Crônicas do Gelo e Fogo. 

Digo nada não por ela ser ruim, mas porque acabei viciando e comprometendo parte da alma *drama* por ela. E é por essas e outras que quase tive um ataque do coração no último domingo, quando foi ao ar o episódio 3x09 (esses episódios x09 têm uma tendência a serem os mais l0k0s) "The Rains of Castamere". 

Um post under the cut porque tem muito spoiler.

(créditos)

terça-feira, 4 de junho de 2013

Não seria eu

Vi várias pessoas fazendo esse meme (limds) com a música Capitão Gancho da Clarice Falcão, e decidi fazer um versão Ana~ de ser. Algumas partes ficaram super fora de contexto, mas boa parte da música nem rima mesmo, né?



Se não fossem as situações cheias de desconforto, ou aquela história de quando levei um tombo, não fossem as olheiras, não seria eu. Se não fossem os dias em que eu desanimo, ou se eu querida fosse mais amável, se não desse errado, não seria eu.

Se o fato é que eu sou muito fechada, e às vezes também eu quero é ser chata, mas vou ser honesta, eu não ligo se você tem algo contra mim. Você pode tentar por dias me fazer sair, mas vai dar errado, já que foi todos os meus vícios e os meus seriados que me fizeram assim.

Se não fossem os sai! e se não fosse o amor, e essa mania de estragar tudo com muito fervor. Se não fosse a auto-sabotagem gritando em esplendor. Se não fosse a música e as sextas feiras e os abraços na Luna e as tortas de nozes do lugar onde passo uma parte das vinte e quatro horas-que-não-passam em dias de semana se não fosse essas cervejas e esse batom vermelho e a pele branca se não fosse o sono e o relaxante muscular, não seria eu. 
© OH SO FANGIRL
Maira Gall